"...Sua vida precisa de batimentos cardíacos. Ela, a amada vida, precisa beijos, precisa de amor. Não espere pelo inesperado. Não encare a vida como algo pronto, cimento, brita e areia (concreto) e só abra os olhos quando alguém tentar furá-los e nem ligue pra essa taxa – mais uma - de colesterol, quiçá tenha medo de morrer. Pois é quando morremos que selamos nossos olhos para sempre. Selamos o quê? Não me pergunte: é o inesperado...."
Trecho de:
http://brasilporbrasil.blogspot.com/2010/05/inesperado.html
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